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Washington, 25 de junho de 2026. Tom O’Neill estava na capital americana para participar de um fórum sobre UFOs e, poucos dias depois, prestar depoimento ao Congresso sobre MKULTRA. Durante uma conversa reservada, segundo seu próprio relato, um funcionário sênior do Legislativo perguntou se ele havia participado do evento. Depois teria dito que acompanhava parlamentares em salas classificadas, os chamados SCIFs, onde recebia informações que não chegam ao público. O’Neill afirma que ouviu uma frase difícil de esquecer: se soubesse o que eles sabiam, deixaria de ser agnóstico. Segundo o jornalista, o funcionário mencionou “naves recuperadas” e “seres recuperados”, além de tecnologia cuja aplicação poderia envolver a defesa americana. A conversa nunca foi registrada publicamente. O funcionário não foi identificado. Nenhum material foi apresentado. Mas a história voltou a colocar uma velha pergunta no centro do debate: e se parte do chamado disclosure já estiver acontecendo longe das câmeras?

🔎 Washington: Entre Briefings Secretos e a Promessa de Disclosure

A história contada por Tom O’Neill precisa começar por uma distinção fundamental: existe evidência de que O’Neill fez o relato; não existe, até agora, evidência pública independente que comprove o conteúdo atribuído ao funcionário do Congresso. Em entrevista ao podcast Heretics, de Andrew Gold, O’Neill descreveu uma conversa que teria ocorrido durante sua passagem por Washington, em junho de 2026. O jornalista havia participado do Disclosure Forum e se preparava para testemunhar diante da Câmara sobre sua investigação de MKULTRA. Segundo ele, um funcionário sênior do Congresso afirmou ter acesso a SCIFs e aos briefings recebidos por parlamentares. Foi nesse contexto que teriam surgido as referências a “recovered craft” e “recovered beings”. A alegação foi posteriormente detalhada pela Liberation Times.

Tom O’Neill chegou a Washington para falar de MKULTRA. Saiu de uma conversa reservada com uma história muito diferente: um funcionário sênior do Congresso teria falado sobre ‘naves recuperadas’ e ‘seres recuperados’ em ambientes classificados. A fonte permanece anônima. Não há material público que confirme a alegação. Mas, em um debate marcado por documentos, testemunhos e segredos, uma pergunta permanece: o que acontece dentro dos SCIFs quando as portas se fecham? 📸 Arquivo pessoal do Tom O’Neill

O problema está na cadeia da informação. O funcionário não foi identificado, o parlamentar que ele acompanharia também não, e não existe transcrição pública do suposto briefing, documento, imagem ou material físico que permita verificar a história. Portanto, o que pode ser afirmado jornalisticamente é que O’Neill relatou ter recebido essa informação — e não que o governo americano confirmou a recuperação de naves ou seres.

A alegação, entretanto, encontra antecedentes conhecidos. Em 2023, o ex-oficial de inteligência David Grusch afirmou ao Congresso ter recebido informações sobre um programa de recuperação de UAPs e engenharia reversa envolvendo materiais que ele descreveu como de origem não humana. Antes disso, o chamado Wilson-Davis Memo alimentou durante anos a hipótese de que existiria um programa altamente compartimentado de recuperação de tecnologia desconhecida. Outra alegação recente, conhecida como Immaculate Constellation, descreveu suposta coleta sistemática de imagens e dados de UAPs. Nenhuma dessas histórias produziu, até hoje, uma prova pública conclusiva de tecnologia extraterrestre.

O contraponto oficial permanece contundente. O AARO afirma não ter encontrado evidência de tecnologia extraterrestre e diz que muitos casos podem ser explicados por objetos convencionais, limitações de sensores ou falta de dados.

É justamente essa contradição que mantém o assunto aberto: há relatos extraordinários, mas ainda falta a evidência pública extraordinária capaz de encerrá-los.

🛰️ Rony Vernet: Quando a Investigação Deixa as Salas Classificadas

Se Washington oferece relatos de briefings secretos, Rony Vernet representa uma abordagem diferente: sair em busca do fenômeno. Engenheiro eletrônico e de computação, pesquisador em física e investigador de UAPs, Vernet começou a se dedicar mais intensamente ao tema em 2018, realizando pesquisas de campo na Serra da Beleza, no Rio de Janeiro. Desde então, passou a combinar observação direta, equipamentos de monitoramento e investigação de relatos históricos.

No programa EM3ATOS exibido em dezembro de 2025, o pesquisador de fenômenos anômalos Rony Vernet traz à tona uma perspectiva perturbadora sobre os avistamentos de objetos não identificados. Longe de focar apenas em naves e tecnologia espacial, Vernet aprofunda a discussão ao correlacionar as aparições atuais a manifestações religiosas históricas ligadas a Jesus Cristo e à Virgem Maria. O episódio funciona como um convite para repensar a natureza desses eventos, cruzando a linha do desconhecido para desvendar o que realmente se esconde por trás dos céus. 📸 Captura de tela do site TMC

A Serra da Beleza também é importante para sua própria história. Em entrevista publicada em 2025, Vernet relatou que, durante uma investigação em 2021, teria visto dois seres próximos a uma grande cruz instalada na região. Ele descreveu as figuras como monstruosas e afirmou que ficou tão assustado que deixou de olhar pelo binóculo. Mais tarde, interpretou a experiência dentro de uma hipótese que chama os seres de “ultraterrestres”. Essa interpretação pertence ao pesquisador; não existe comprovação independente de que as figuras fossem entidades não humanas.

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Sabe aquela sensação de que nem tudo que nos dizem é a verdade completa? Eu sinto isso há anos. Por isso, criei o Conspira Café — um refúgio onde posso dividir com você minhas dúvidas, descobertas e pensamentos mais inquietos. Aqui, escrevo sobre conspirações, segredos escondidos nas entrelinhas e teorias que muita gente evita discutir. Nada de rótulos ou certezas absolutas. Apenas a vontade de entender o que pode estar por trás da cortina.

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